segunda-feira, 6 de agosto de 2007
Tristeza sem fim
Como muitos já sabem, voltamos ao Brasil.
Hoje após alguns dias, temos mais maturidade para olhar pra trás e extrair coisas interessantes dessa viagem muito louca.
Hoje, após sentar no Canela Café para fazer um lanche, tive o prazer de ver na Gazeta, uma reportagem super especialíssima sobre uma banda de rock que se encontra em Londres, Inglaterra buscando seu lugar ao sol. Em quem era? Meu amigo Rodrigo Larica.
Naquele mesmo momento, uma série de emoções e pensamentos vieram na cabeça. O primeiro de todos: saudades da Itália. Mas uma saudade das coisas boas que tive a oportunidade de vislumbrar, apesar do pouco tempo. Saudade da adrenalina da aventura. Sinto que, de alguma forma ou de outra, alguma coisa ainda está reservada pra mim nessa brincadeira de colocar uma mochila nas costas e andar por terras estrangeiras.
A outra saudade foi da banda iLha. Estivemos a um passo do paraíso, mas por algum motivo sabiamente não explicado, não tivemos a coragem (ou a competência) para seguir a diante.
Mas o que me deixa com essa saudade na cabeça se confunde com um sentimento de dever cumprido. Não sei por que dizer isso, mas é assim que eu sinto. Acho que eu ficaria muito mais frustrado se estivesse hoje chateado, pensando se teria sido ou não bom viajar para longe. E pra falar a verdade, ainda não sei respoder...
Sob certos aspectos, não tenho nem como dizer como foi maravilhoso pegar um trem e andar pela Itália. Como subir as escadas do metrô e olhar para o lado e ver uma monumental igreja e balbuciar: "O Duomo...".
Sob outros aspectos, fui um passo muito planejado, mas, talvez... burramente muito planejado.
E por causa disso, voltar, talvez tenha sido o melhor passo dessa jornada tão bonita e tão loucamente absurda. Voltar não significa desistir. Voltar sob todos os aspectos da vida significa começar de novo, e mais forte.
Nos últimos dias eu fiquei pensando muito em voltar a colocar uma mochila nas costas e fazer um tour por algum lugar. Não sei ao certo pra onde. Pensei em viajar por alguns países da América do Sul como Argentina. Pensei no Canadá na América do Norte. Pensei também na Espanha e Portugal. E até mesmo em voltar à Itália, para fazer direito dessa vez.
Não tenho prazo para isso acontecer, mas talvez seja por causa disso que resolvi recomeçar a escrever nesse diário. Afinal de contas... não cheguei até aqui para desistir agora.
Hoje após alguns dias, temos mais maturidade para olhar pra trás e extrair coisas interessantes dessa viagem muito louca.
Hoje, após sentar no Canela Café para fazer um lanche, tive o prazer de ver na Gazeta, uma reportagem super especialíssima sobre uma banda de rock que se encontra em Londres, Inglaterra buscando seu lugar ao sol. Em quem era? Meu amigo Rodrigo Larica.
Naquele mesmo momento, uma série de emoções e pensamentos vieram na cabeça. O primeiro de todos: saudades da Itália. Mas uma saudade das coisas boas que tive a oportunidade de vislumbrar, apesar do pouco tempo. Saudade da adrenalina da aventura. Sinto que, de alguma forma ou de outra, alguma coisa ainda está reservada pra mim nessa brincadeira de colocar uma mochila nas costas e andar por terras estrangeiras.
A outra saudade foi da banda iLha. Estivemos a um passo do paraíso, mas por algum motivo sabiamente não explicado, não tivemos a coragem (ou a competência) para seguir a diante.
Mas o que me deixa com essa saudade na cabeça se confunde com um sentimento de dever cumprido. Não sei por que dizer isso, mas é assim que eu sinto. Acho que eu ficaria muito mais frustrado se estivesse hoje chateado, pensando se teria sido ou não bom viajar para longe. E pra falar a verdade, ainda não sei respoder...
Sob certos aspectos, não tenho nem como dizer como foi maravilhoso pegar um trem e andar pela Itália. Como subir as escadas do metrô e olhar para o lado e ver uma monumental igreja e balbuciar: "O Duomo...".
Sob outros aspectos, fui um passo muito planejado, mas, talvez... burramente muito planejado.
E por causa disso, voltar, talvez tenha sido o melhor passo dessa jornada tão bonita e tão loucamente absurda. Voltar não significa desistir. Voltar sob todos os aspectos da vida significa começar de novo, e mais forte.
Nos últimos dias eu fiquei pensando muito em voltar a colocar uma mochila nas costas e fazer um tour por algum lugar. Não sei ao certo pra onde. Pensei em viajar por alguns países da América do Sul como Argentina. Pensei no Canadá na América do Norte. Pensei também na Espanha e Portugal. E até mesmo em voltar à Itália, para fazer direito dessa vez.
Não tenho prazo para isso acontecer, mas talvez seja por causa disso que resolvi recomeçar a escrever nesse diário. Afinal de contas... não cheguei até aqui para desistir agora.
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